Canalizo minha dor para ti,
Dedicando-te estes versos,
Dando-te meus sentimentos.
Sente um pouco de mim!
Sou pura melancolia, meu amor,
Tenho uma faca fincada no peito.
Entrego-te meus últimos sentimentos,
Amar-te-ei até que teu mundo acabe,
Pois o meu já acabou faz muito tempo...
sexta-feira, 31 de julho de 2009
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Vivos, Mortos
Manhã cinzenta
Rostos sonolentos
Nulas expressões
Olheiras denunciantes
Amores condenados
Olhares perdidos
Solidão conjunta
Sapatos sujos
Bocas imundas
Mãos incessantes
Palavras falhas
Homens cansados
Mortos-vivos.
Rostos sonolentos
Nulas expressões
Olheiras denunciantes
Amores condenados
Olhares perdidos
Solidão conjunta
Sapatos sujos
Bocas imundas
Mãos incessantes
Palavras falhas
Homens cansados
Mortos-vivos.
Champagne!
Brindo à vida e às flores mais bonitas!
Quero tudo que me oferecerem!
Tenho sede de amor e de felicidade,
Tenho sede e bebo um grande gole de champagne!
O álcool que sobe junto com os cantos da boca,
Sorrio, rio, gargalho de alegria!
Que a festa nunca acabe!
Que a bebida nunca nos falte!
Brindemos novamente!
Sem planos nem preocupações.
Brindemos, pois tenho sede!
Tenho sede de viver descontroladamente!
Quero tudo que me oferecerem!
Tenho sede de amor e de felicidade,
Tenho sede e bebo um grande gole de champagne!
O álcool que sobe junto com os cantos da boca,
Sorrio, rio, gargalho de alegria!
Que a festa nunca acabe!
Que a bebida nunca nos falte!
Brindemos novamente!
Sem planos nem preocupações.
Brindemos, pois tenho sede!
Tenho sede de viver descontroladamente!
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Simplesmente
Noite estrelada,
Coberta pela delicadeza do teu carinho.
Nada mais peço a ninguém!
Quero viver eternamente!
Perfeito está e sempre será.
Loucuras já não me tentam mais,
Quero uma vida simples,
Dormir com o barulho do mar.
Coberta pela delicadeza do teu carinho.
Nada mais peço a ninguém!
Quero viver eternamente!
Perfeito está e sempre será.
Loucuras já não me tentam mais,
Quero uma vida simples,
Dormir com o barulho do mar.
Mentiras
Se eu digo que te amo,
Na verdade te difamo!
Se grito que te odeio,
Na realidade te anseio...
Afasta- te de mim, meu bem!
(Minto como mente um neném)...
Na verdade te difamo!
Se grito que te odeio,
Na realidade te anseio...
Afasta- te de mim, meu bem!
(Minto como mente um neném)...
Parto Normal
Contrações de imaginação empurram as idéias já formadas para fora!
O bebê cresce (aos poucos) e vira, então, um lindo e forte poema!
A mãe controladora, não deixa o filho viver,
Depois se conforma com tudo e ele então voa,
Para os braços e olhos de outras mulheres.
Como é linda a vida de um poema! (teatralmente perfeita).
O bebê cresce (aos poucos) e vira, então, um lindo e forte poema!
A mãe controladora, não deixa o filho viver,
Depois se conforma com tudo e ele então voa,
Para os braços e olhos de outras mulheres.
Como é linda a vida de um poema! (teatralmente perfeita).
Assinar:
Postagens (Atom)